1 – Moonlight – Sob a luz do luar (2016)

Sinopse: O filme apresenta três etapas na vida de Chiron, o personagem principal, explorando as dificuldades que ele enfrenta no processo de reconhecimento de sua própria identidade e sexualidade, e o abuso físico e emocional que recebe ao longo destas transformações. Com uma direção brilhante de Barry Jenkis e interpretações vicerais como a de Mahershala Ali, o longa foi o primeiro filme de temática LGBTQ+ a ganahar o Oscar. vale a pena conferir!

2- Tatuagem (2013)

Sinopse: No Brasil do ano de 1978 um grupo de artistas provoca a moral e os bons costumes pregado pela ditadura militar, ainda atuante mas demonstrando sinais de esgotamento. Num teatro/cabaré localizado entre duas cidades do Nordeste do Brasil aconteciam os espetáculos da trupe, conhecida como Chão de Estrelas. Dirigida e liderada por Clécio Wanderley (Irandhir Santos), além de outros artistas e intelectuais e seu diversificado público, a trupe apresenta os seus espetáculos de resistência politica com muito deboche, anarquia e subversão. Um filme forte, corajoso e bem feito, vale a pena conferir essa pérola do cinema nacional.

3 – Meninos não choram (2000)

Sinopse: Baseado na história real de Brandon Teena (Teena Brandon), Boys Don’t Cry relata a juventude de um homem transsexual. O filme retrata sua trajetória enquanto transgênero e os embates que vive diante da sociedade. O filme foi um sucesso de crítica na época e Hilary Swank e Chloë Sevigny foram indicadas a diversos prêmios por suas atuações. Um filme que muita gente não conhece ou não lembra, mas que vale muito a pena até hoje!

4 – Com amor, Simon. (2017)

Sinopse: Aos 17 anos, Simon Spier (Nick Robinson) aparentemente leva uma vida comum, mas sofre por esconder um grande segredo: nunca revelou ser gay para sua família e amigos. E tudo fica mais complicado quando ele se apaixona por um dos colegas de escola, anônimo, com quem troca confidências diariamente via internet. Baseado no romance Simon vs. the Homo Sapiens, o filme dirigido por Greg Berlanti é muito gostoso de assistir, vale a pena!

5 – Carol (2015)

Sinopse: A jovem Therese Belivet (Rooney Mara) tem um emprego entediante na seção de brinquedos de uma loja de departamentos. Um dia, ela conhece a elegante Carol Aird (Cate Blanchett), uma cliente que busca um presente de Natal para a sua filha. Carol, que está se divorciando de Harge (Kyle Chandler), também não está contente com a sua vida. As duas se aproximam cada vez mais e, quando Harge a impede de passar o Natal com a filha, Carol convida Therese a fazer uma viagem pelos Estados Unidos. Baseado no livro “The Price of Salt”, de Patricia Highsmith de 1952, o filme foi eleito pelo American Film Institute um dos 10 melhores filmes do ano e recebeu várias indicações nas premiações de cinema.

6 – Laerte-se

O primeiro documentário original Netflix no Brasil foi sobre um dos maiores nomes dos quadrinhos no país: Laerte. O doc retrata a trajetória da cartunista e chargista brasileira Laerte, considerada uma das mais proeminentes do gênero no Brasil. Tendo vivido parte de sua vida como homem, ela assumiu sua transexualidade aos 57 e, de lá pra cá, experimenta uma jornada única e pessoal sobre o que é, de fato, ser uma mulher.

7 – Madame Satã (2002)

Sinopse: Rio de Janeiro, 1932. No bairro da Lapa, João Francisco (Lázaro Ramos), artista transformista que sonha em se tornar um grande astro dos palcos, vive na prisão. Após deixar o cárcere, João passa a viver com Laurita (Marcélia Cartaxo), prostituta e sua “esposa”; Firmina, a filha de Laurita; Tabu (Flávio Bauraqui), seu cúmplice; Renatinho (Felippe Marques), sem amante e também traidor; e ainda Amador (Emiliano Queiroz), dono do bar Danúbio Azul. É neste ambiente que João Francisco irá se transformar no mito Madame Satã, nome retirado do filme Madame Satã (1932), dirigido por Cecil B. deMille, que João Francisco viu e adorou. Com atuações emblemáticas e marcantes, o filme de 2002 ainda tem muito a dizer até hoje.

8 – Flores raras (2013)

Sinopse: O filme é baseado na história de amor real entre a poetisa americana Elizabeth Bishop e arquiteta brasileira Lota de Macedo Soares.[4] Ambientado em Petrópolis, dos anos de 1950 e 1960, a história coincide com o surgimento da Bossa Nova e a construção e inauguração da capital Brasília. O filme trata a história dessas duas mulheres e suas trajetórias.

9 – Hoje Eu Quero Voltar Sozinho (2014)

Leonardo (Ghilherme Lobo), um adolescente cego, tenta lidar com a mãe superprotetora ao mesmo tempo em que busca sua independência. Quando Gabriel (Fabio Audi) chega na cidade, novos sentimentos começam a surgir em Leonardo, fazendo com que ele descubra mais sobre si mesmo e sua sexualidade.  O filme concorreu em vários festivais e em maio de 2015, o filme concorreu na categoria de Melhor Lançamento Limitado na 26ª edição dos Glaad Awards, que é considerado um dos prêmios mais importantes do mundo atribuído a comunidade LGBTQ+.

10 – Me chame pelo seu nome (2018)

O sensível e único filho da família americana com ascendência italiana e francesa Perlman, Elio (Timothée Chalamet), está enfrentando outro verão preguiçoso na casa de seus pais na bela e lânguida paisagem italiana. Mas tudo muda quando Oliver (Armie Hammer), um acadêmico que veio ajudar a pesquisa de seu pai, chega.

E aí, curtiram? Deixem nos comentários se faltou algum, qual o seu preferido. Até a próxima.